DSL, cabo ou fibra ótica: veja um comparativo

Atualmente, serviços via internet vem se tornando cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Em razão disso as demandas mudaram muito. A internet de alguns anos atrás, que era apenas para entretenimento, hoje é uma ferramenta indispensável para as mais diversas atividades.

O usuário comum e, principalmente, as empresas, têm necessitado de conexões mais rápidas, estáveis e acessíveis, para suprir as novas demandas.

Nesse contexto, a dependência da internet se acentuou, especialmente para as empresas, que já a utilizam em grande parte de seus negócios. Essa evolução das necessidades, também fizeram com que as tecnologias de conexão se adaptassem à nova realidade, de forma que fossem capazes de supri-las. Assim surgiram novos tipos de conexões, como é o caso da DSL, cabo ou fibra óptica, mais recentemente.

Contudo, muitas ainda são as dúvidas à respeitos dessas tecnologias. Pensando nisso, esclarecemos para você os principais pontos de cada uma delas. Continue lendo e confira!

DSL (Digital Subscriber Line)

Ainda bastante utilizada, a DSL é um tipo de conexão que utiliza da linha telefônica para fornecer o serviço de internet, também utiliza a mesma rede, que emprega fios de cobre, geralmente em pares.

A DSL representou um avanço em relação às antigas conexões discadas, que eram extremamente lentas. Atualmente, a DSL ainda consegue atender as necessidades de grande parte dos usuários, principalmente para o uso doméstico, devido ao baixo custo de instalação e manutenção. Entretanto, para o uso comercial, ela já começa a apresentar grandes limitações, especialmente, no que diz respeito à velocidade. A DSL não é capaz de suportar grandes velocidades, além de depender de linhas telefônicas.

Cabo

Assim como a DSL, as conexões via cabo são extremamente populares atualmente. Isso se deve, essencialmente, pelo custo acessível, a facilidade de instalação e, em muitos casos, por estar associada as redes de prestadoras de sinal de TV à cabo analógico.

A tecnologia à cabo utiliza os conhecidos cabos coaxiais, os mesmos presentes em nossos televisores analógicos, mas que estão ficando mais raros com a digitalização dos sinais. Esses cabos são compostos por um fio de cobre, que fica isolado no interior e por uma malha fina, de cobre ou alumínio, que é envolvida por uma capa plástica.

A conexão via cabo foi, durante muito tempo, a mais adequada para os mais diversos tipos de usuários. Contudo, assim como a DSL, a conexão a cabo tem suas limitações. Apesar de atingir velocidades mais altas que aquela, o cabo, atualmente não é capaz de suprir as necessidades de uma empresa, por exemplo. Além disso, a sua rede está mais sujeita a interferências eletromagnéticas externas e que podem afetar a qualidade e estabilidade da conexão.

Fibra ótica

Este é, sem dúvida, o padrão mais moderno no que diz respeito à conexão de internet. Os serviços de conexão por fibra ótica vem se expandido rapidamente, embora ainda estejam mais presentes nas capitais e grandes cidades.

A fibra ótica representa um grande avanço em relação as tecnologias citadas anteriormente. Tem uma utilização tanto residencial ou empresarial, sendo capaz de fornecer serviços de altíssima velocidade, além de possuir uma rede baseada em modernos fios de vidro e plástico, por onde fachos de luz passam em elevadas velocidades transmitindo os dados. Ademais, esses fios são compostos de materiais imunes a todo tipo de interferências. O que faz dessa tecnologia a mais confiável e estável dentre as listadas.

Entretanto, a fibra ótica tem um valor mais elevados que as demais tecnologias. No entanto, é inegável que ela é que tem o melhor custo-benefício, principalmente para uma utilização comercial.

DLS, cabo ou fibra ótica. Qual escolher?

Por fim, é possível perceber que todas as tecnologias citadas possuem grande aplicabilidade, seja a DSL, cabo ou fibra ótica. Contudo, é fundamental se analisar qual a finalidade da conexão – doméstica ou comercial – a fim de que tenha a melhor tecnologia que atenda a necessidade. Além disso, é preciso se atentar para o custo-benefício e fazer projeções futuras, no intuito de constatar e escolher qual delas é a mais adequada.

E aí, gostou das informações trazidas? Ainda restou alguma dúvida? Sinta-se à vontade para nos contatar. É só deixar seu comentário abaixo. Vai lá!